domingo, 10 de abril de 2011
Painel Criativo
Você sabe trabalhar em equipe? Em uma das aulas de laboratório de criação tivemos que saber a resposta para essa pergunta. A tarefa era trazer figuras quaisquer recortadas para fazer uma colagem em um grande painel de madeira. A primeira questão debatida pelo grupo seria a organização em que colaríamos as imagens. Pouco tempo depois fomos percebemos que não era bem isso que importava e sim a divisão de tarefas e a participação de todos. O resultado ficou incrível e ninguém ficou de fora. Confira:
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Busca por mim mesma
Em uma das aulas de laboratório de criação foi pedido para ser feito um mapa mental. Folhear revistas, o que te chamar atenção ou houver identidade use! Eu não poderia por exemplo buscar uma foto do Paramore ( o que eu amo), mas sim deixar que as figuras viessem a mim. E eis o resultado:
O resultado foi magnífico, interpretando cada figura com aparentemente alguma característica marcante de mim. McFly simbolizando meus gostos musicais: Paramore, My chemical Romance, 30 seconds to mars, Boys like gilrs e tantos outros. Representantes de Hollywood no lado esquerdo minha gente! A Reese, adoooro. Katherine, comédias românticas me encantam. Hilary e Jojo, quem não gosta dos tipícos filmes americanos de adolescentes frágeis e problemáticas?! Bem, a Kristen ainda tem o que falar?!
O registro da moda no meu sangue, a comida que me sustenta (ou engorda...), a tecnologia presente a todo momento, a criança existente, a mente a todo o vapor e o amor pelos meus queridos animais. Uma saia de pregas! Não representa a moda, pelo menos não no meu mapa. Diz o quanto foi importante e impactante o meu ensino médio e aquele uniforme, não tão bonito, mas inesquecível.
E os Clássicos??!!! Meu mapa não seria meu sem os clássicos! Cadê uma Audrey para me representar?! Era o que eu pensava folheando as revistas. E finalmente... Clark Gable e Vivian Leigh aparecem para mim! Pronto, agora sou eu.
Frase: O novo e o velho, o Moderno e o Clássico em um só corpo. Uma só alma.
segunda-feira, 21 de março de 2011
Poesia também requer criatividade
Novos olhares
Fase de certeza
Fase de determinação
Fase de tudo vai dar certo
E deu.
Fase de medo
Fase de insegurança
Fase de E agora?
E se? E se?
Mas agora abro meus olhos
E passo a enxergar
Aquilo que não se pode ver
Mas se pode imaginar.
Voando no meu mundo
Eu começo a sonhar
E hoje, aqui nesse lugar
Como uma criança eu passo a olhar.
Nathália Galante
um mundo para chamar de meu
Fecha os olhos e imagine o seu mundo. Da forma como você quiser. Fazendo o que você puder sem preocupação, afinal o mundo é seu. Foi esse um dos momentos da aula das crianças. Assumo, tive um pouco de dificuldade em imaginar um mundo desprendido da minha realidade. Cenas de filmes, por exemplo, não saiam da minha cabeça.
No meu mundo o dinheiro não tem tanta importância. Todos ganhariam uma certa quantia e quem quisesse fazer algo a mais é que seria considerado rico. Não era um meio urbano, eram montanhas. Haviam várias redes e casas de madeira, parecendo chalés. As pessoas sabiam conviver entre si sem inveja ou fofocas. Os vizinhos eram como parentes. As crianças corriam soltas sem medo do que poderia acontecer. E os pais viviam despreocupados pois nunca faltaria nada. todos tinham um contato mais direto com Deus, não ao vivo e a cores, mas mais fortificado em suas orações. Não havia religião definida e cada rezava a sua maneira, porém com as mesmas crenças. Eram tantos detalhes.... incontáveis. Mas o resto fica na minha imaginação mesmo.
No meu mundo o dinheiro não tem tanta importância. Todos ganhariam uma certa quantia e quem quisesse fazer algo a mais é que seria considerado rico. Não era um meio urbano, eram montanhas. Haviam várias redes e casas de madeira, parecendo chalés. As pessoas sabiam conviver entre si sem inveja ou fofocas. Os vizinhos eram como parentes. As crianças corriam soltas sem medo do que poderia acontecer. E os pais viviam despreocupados pois nunca faltaria nada. todos tinham um contato mais direto com Deus, não ao vivo e a cores, mas mais fortificado em suas orações. Não havia religião definida e cada rezava a sua maneira, porém com as mesmas crenças. Eram tantos detalhes.... incontáveis. Mas o resto fica na minha imaginação mesmo.
A criança que ainda existe
Pensando muito, me empolguei e decidi que vou postar umas fotos que eu tirei. Mas as fotos são de bonecas ok?! Já faz um tempo que não as fotografo. Fazia as roupinhas e tirava as fotos. Ai que fofis! Adoro. Na minha cabeça Barbie não é coisa de criança e sim artigo para vida inteira. Não pra dar para as filhas, elas que tenham as delas! ah não sou má assim, brincadeirinha. Mas lá vai:
Beijinhos beijinhos, tchau tchau!
Saudades de um tempo ainda presente
Segunda aula de laboratório de criação: Voltando a ser criança. Ah maravilha! Ainda sou criança, da minha maneira é claro. Tivemos que levar um doce e um brinquedo que mais nos marcou nesta fase da vida. O Doce: Chiclete. Quer saber porque marcou tanto para mim? Porque a minha mãezinha não me deixava mascar chicletes e eu sempre quis! Então, comia escondida. Fato. O brinquedo: Barbies, Obvio. E elas ainda são muito úteis na minha vida tá, não me desfaço delas nem a força!
Na aula teve de tudo: Hora do recreio (com direito a joguinho de peteca), hora da soneca (deu pra cochilar mesmo, pra quem acorda 4h30min da manhã!), mundo imaginário e o constrangimento de não conseguir encher uma bexiga. É isso aí mesmo que você leu. Foi o seguinte: nós tínhamos que dizer o momento mais feliz de nossas vidas e só com um sopro encher o balão. E quem disse que eu consegui?! Mas tudo bem, é típico da minha pessoa algo assim. Mas gente o meu momento foi muiiiito, maiiis muuuittoooo felliiiz mesmo. A bexiga devia ter estourado, isso sim.
Para próxima aula: Uma poesia sobre este dia.
Pensamento constante: *#$%@
Entendeu? Não? Ah acho que sim.
Na aula teve de tudo: Hora do recreio (com direito a joguinho de peteca), hora da soneca (deu pra cochilar mesmo, pra quem acorda 4h30min da manhã!), mundo imaginário e o constrangimento de não conseguir encher uma bexiga. É isso aí mesmo que você leu. Foi o seguinte: nós tínhamos que dizer o momento mais feliz de nossas vidas e só com um sopro encher o balão. E quem disse que eu consegui?! Mas tudo bem, é típico da minha pessoa algo assim. Mas gente o meu momento foi muiiiito, maiiis muuuittoooo felliiiz mesmo. A bexiga devia ter estourado, isso sim.
Para próxima aula: Uma poesia sobre este dia.
Pensamento constante: *#$%@
Entendeu? Não? Ah acho que sim.
domingo, 20 de março de 2011
O animal da minha imaginação
E finalmente eis o que surge da minha mente confusa:
Nome: Espectatulus Transportation
Família: Transportations Felinicius
Locomoção: Ser flutuante que se teletransporta através de ondas sonoras de seus familiares.
Reprodução: Feita através de junções de ondas eletromagnéticas a uma distancia mínima de 3m. As informações básicas são transportadas e trocadas entre si. A reprodução do Espectatulus não distingue os sexos. Fêmea e macho podem originar novos animais.
Alimentação: Vive basicamente de pesadelos. Os sonhos bons o enfraquecem, assim tem que buscar outros meios de sobrevivência. Quando preciso recorre aos pensamentos pecaminosos.
Habitat: Transportation não pode ser visto a olho nu, sendo assim pode viver nos mais inesperados locais da sua casa como: Debaixo do travesseiro, entre os lençóis, no fundo da gaveta ou até mesmo entre livros e roupas. Prefere o meio urbano ao rural.
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